BANDA DESENHADA, HISTÓRIAS E ILUSTRAÇÃO / BANDE DESSINÉE, HISTOIRES ET ILLUSTRATION / COMICS, STORIES AND ILLUSTRATIONS

terça-feira, 4 de março de 2014

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A história de PORSCHE

"Porsche" (c) Luís Diferr 1988

All those years ago...

1988: A história de Porsche, não do carro nem de Ferdinand que lhe deu o nome mas a da mulher loura simplesmente chamada Porsche... com alguma razão. Ou talvez uma metáfora erótica do Armagedão, com a proximidade do ano 2000. Quem se lembra do fim do mundo?

Em todo o caso (mais uma) curta história que ficou incompleta!... Talvez um dia...


"Porsche" página 2 (c) Luís Diferr 1988

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Desenhos à toa / Dessins au hasard

Desenho no quadro negro (giz branco e de cores)

Este é um desenho de improviso realizado ontem no quadro negro da sala de aula. Resultou bem!...

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Mirna

Mirna e os Dragões”, página 1 do 2º capítulo
[tinta da china] (c)2013 Luís Diferr

Retomei recentemente este projecto antigo. O desenho é mais rápido e solto do que é habitual :-)

Publiquei já um post sobre a BD em causa: ver ilustração AQUI.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Lady Blitz e a cosmética

Lady Blitz e Felix Sartorius no Hoggar
Folheto publicitário para “Héliobloc® - O Domínio do Sol
(c) 1999 Luís Diferr / Laboratórios Galderma

Ilustração de capa para um folheto desdobrável, em formato A4, «Material de Promoção para uso exclusivo dos Delegados de Informação Médica dos Laboratórios Galderma Portugal – Março 99 – Capa desenhada por Luís Diferr, com as personagens do seu álbum ”Os Deuses de Altair”» (segundo nota da última pagina).

Héliobloc® é um creme protetor solar e este trabalho foi-me proposto por iniciativa de Monsieur Henri Simon, à época diretor da firma em Portugal.

O referido álbum, Os Deuses de Altair, foi publicado em Dezembro de 1998.

sábado, 2 de novembro de 2013

Blueberry & Chihuahua Pearl (4)

Por um monte de ferro-velho” / “Pour un tas de ferraille”
Desenho a tinta da china e versão colorida (c) 1983 Luís Diferr


Esta á a prancha “original” em homenagem a Blueberry, que se insere numa imagem de página inteira recentemente publicada no 1º Volume do fanzine Efeméride #6“Heróis de BD no Século XXI”.
O original, digitalizado, foi posteriormente colorido em Photoshop.

E, finalmente, a mão do robot que aparece na imagem final:

Desenho a tinta da china (c) 1983 Luís Diferr

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Blueberry & Chihuahua Pearl (3)

Por um monte de ferro-velho” / “Pour un tas de ferraille” (c) 1983 Luís Diferr

Eis aqui a minha prancha, em homenagem a Blueberry, que Geraldes Lino acaba de publicar no 1º Volume do seu fanzine Efeméride #6, uma obra colectiva com o título “Heróis de BD no Século XXI” (72 páginas + capas, em formato A3).

  • Para compreender a brincadeira (no que toca à prancha de Blueberry, propriamente dita, não ao resto da imagem) é imprescindível ter lido os 3 volumes do notável ciclo dedicado ao “tesouro de guerra confederado”: Chihuahua Pearl”, “L’homme qui vallait 500.000$” e “Ballade pour un cercueil” (Dargaud Éditeur, 1973 para os dois primeiros álbuns e 1975 para o último). Claro que ter lido este ciclo é o que se espera, no mínimo, de um fã do fabuloso western de Giraud e Charlier. E é sempre ocasião de o reler :-) !


“Geraldes Lino, Militante da BD e dos Fanzines” é, por sinal, a merecida homenagem/exposição, patente na Galeria Municipal Artur Bual (Amadora), cuja inauguração – hoje, às 18h30 – marca a abertura do 24º Festival Internacional BD da Amadora/2013.

O lançamento oficial do fanzine Efeméride #6 está marcado para o dia 2 de Novembro, às 17h, no Fórum Luís de Camões, na Brandoa, no decorrer do Festival. Todavia, será posto à venda logo no primeiro fim-de-semana, no Espaço Comercial, ao preço de 20.00€.

VER, neste blogue:

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

terça-feira, 15 de outubro de 2013

DiferRing - novo comunicado editorial

Alter-blogue DiferRing [criado a 9 de outubro]

– Queridos amigos, está terminada a transferência (apenas cópia, em alguns casos criteriosos) de “posts” do blogue LUIS DIFERR para aqui. Foram 196 mensagens publicadas em poucos dias.O nosso amado Tutmosis III não me pode acusar de mandriar! A verdade é que fiquei cansadita!... Até amanhã!





Margaretha Gertruida Zelle, aka Mata Hari (diretora de transferências interblogues)


LAND HO!







Benjamin Franklin (Blogs Executive vice president)

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

DiferRing - comunicado editorial

Alter-blogue DiferRing [criado a 9 de outubro]

– Está em curso um processo de transferência de mensagens e informações (“posts”) deste blogue para DiferRing, recentemente criado. O objetivo é limitar este espaço apenas a conteúdos que se relacionem diretamente com “banda desenhada, histórias e ilustração”,tal como se anuncia no cabeçalho.



Margaretha Gertruida Zelle, aka Mata Hari (diretora de transferências interblogues)


– Lá se vão as fantasias de um lírico!








Ivan Pavlov (membro do comité científico deste blogue)



– Talvez, mas ganha-se em disciplina.








Séneca (filósofo e orientador ético de ambos os blogues)


– Lá se vão as mulheres nuas!








Donatien Alphonse François, Marquis de Sade (sécrétaire de Mata Hari)


– Nem todas, meu caro, nem todas!... Au revoir, on se retrouve à côté!














Mata Hari (holandesa exótica)


LAND HO!









Benjamin Franklin (Blogs Executive vice president)

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A Destrangeira – Paris / Balcãs


Liubliana

Em Liubliana ele disse-lhe que a amava. Dois meses antes, em Paris, classificou-a de burguesa estúpida. Em Dubrovnik levou-a a passear de teleférico para lhe dizer que ela era genial e que se sentia nas nuvens,tão apaixonado e contente que poderia voar.

– Então porque não voas? – replicou ela.

Ele disse-lhe que poderia fazê-lo, que a amava e, mais tarde, que ela era uma cabra, como aquelas que por ali andavam a pastar. Esbugalhando os olhos, assumindo um ar demente, comparou-se a um dragão viril, como aqueles na ponte de Liubliana, como o velho Vlad o empalador, Drácula de cognome. Ela, incomodada com o seu hálito mais do que com as suas façanhas, repetiu a pergunta, acrescentando:

– Então porque não voas? E me deixas em paz?

Dubrovnik

– Não percebes que tudo isso são metáforas, minha jóia?! Se eu saísse a voar – disse ele –, rebentava os cornos contra o chão, ali ao pé daquelas cabras! É isso que tu queres?

Dias depois, junto à muralha de Kotor, no Montenegro, jurou que, por ela, viveria ali como um sem-abrigo, ou em Tombuctu como um cristão-novo, ou mesmo no Nepal como um hindu convertido ao budismo. Achava-se imbuído de uma infinita sensação de paz.

– Com tanta elevação, poderias voar até lá acima, até ao topo daquelas montanhas – sugeriu ela e apontou a cadeia montanhosa que se elevava mesmo às costas da cidade. E logo acrescentou: – Claro que isto é apenas uma metáfora!...

Kotor

Em nenhuma das cidades que visitara ela se sentira uma estrangeira. De um modo que lhe parecia natural, em todas essas urbes, maiores e menores e com línguas mais ou menos agrestes, ela se destrangeirara rapidamente. Em contrapartida, aquele homem que já fora belo, português como ela, era cada vez mais um estranho, um palerma convencido com trejeitos de bipolar, que passara das pilhérias juvenis aos insultos de um bêbado e que se tornava a cada semana, a cada viagem, a cada refeição, mais insuportável.

E assim, um dia, novamente em Paris, sem mais, ela abriu asas e voou.


[Fotografias (c) Luís Diferr]

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Desenhos à toa / Dessins au hasard

Desenho a lápis de aguarela 

Desenho/pintura a lápis de grafite aguarelável

Pintura a lápis de pastel

Estes trabalhos foram realizados de improviso, ontem, durante um workshop de materiais de desenho e de pintura.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O Diadema Atlante / Le Diadème Atlante (3)


 
O Diadema Atlante / Le Diadème Atlante, p. 4, im. 6 (c) 2011 Luís Diferr

Depois de muito esforço à toa e diversas desilusões, decidi retomar a BD. E faço-o com um projeto antigo mas que muito me agrada : "O DIADEMA ATLANTE". Talvez mais esforços à toa, mas não convém viver frustrado!...

NOTÍCIAS ANTERIORES : 1 e 2.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O DESTRANGEIRO – Saint-Malo


Cheguei a esta terra de Saint-Malo ao fim do dia, a essa hora mágica que nos deslumbra e nos humaniza, em que o sol radiante, por se esconder tão baixo entre as nuvens, se torna mais assombroso e divino. Nesse momento, Saint-Malo deixou de ser um ponto no mapa, um cenário de filme de Rohmer, uma abstrata comuna na Côte d'Émeraude. Passou a ser real; de início o ar marinho e a visão que se amplia, depois o chão, a areia da praia enorme, surpreendentemente larga e comprida, com um extremo recortado em perfil escuro, a fortaleza e a urbe antiga ainda aquecidas pelo sol que agora declina, e o outro lá tão longe, no extremo da grande curva.

Quis pisar aquela praia plana, percorrê-la à fímbria da maré baixa, andar sobre a larga faixa de areia ainda molhada, do mar que ali esteve ainda há pouco. À medida que caminho pelo areal, torno-me menos estrangeiro. Já sou quase dali, ou poderia ser, as gaivotas não me são estranhas nem os raios brancos que o sol despede em torno, aquelas nuvens que quase preenchem o céu desta Terra que é tão diversa e una, ou mesmo a silhueta da vetusta fortaleza mar adentro. Olho com simpatia para os tardios veraneantes que, perto ou longe, por ali deambulam. Meia hora mais tarde, mais próximo da cidade, sou apenas estrangeiro por circunstância, pertenço àquele sítio, quase como as pessoas dispersas que cruzo, que seguem adiante ou que se detêm à beira-mar, eretas sobre o seu reflexo, apontando o mar, fitando-o em silêncio ou em murmurante cumplicidade, as crianças que brincam e que ainda nada sabem sobre o futuro e pouco sabem sobre o passado.

Quando dou meia volta, para regressar a tempo do jantar, sinto uma profunda felicidade. Os pés pisam o chão que me é cada vez mais familiar, sinto intimidade com o lugar e a história –aprenderei depois que Saint-Malo foi uma cidade de corsários, ouvirei falar do intrépido Robert Surcouf e verei a sua estátua – e sinto, sobretudo, aquela refrescante disponibilidade de quem não tem que ir trabalhar no dia seguinte, nem no outro, nem no outro.

[Fotografias (c) 2013 Luís Diferr]

terça-feira, 3 de setembro de 2013

terça-feira, 20 de agosto de 2013

LADY BLITZ FAN-CLUB (13) - 100 005

Corina Blitz, esboço / croquis, (c) 2006/2011 Luís Diferr

Para celebrar as 100.005 visualizações atingidas hoje!...